A eficácia do rodízio é muito discutida levando em conta os seus reais benefícios.
Embora muitos aleguem que o rodízio contribua com o meio ambiente melhorando a qualidade do ar através da redução da poluição emitida, o cientista chileno Luis Cifuentes avalia que o rodízio de automóveis para diminuir a poluição do ar nas grandes cidades pode ter o efeito contrário ao desejado, especialmente quando aplicado em centros urbanos da América Latina. Cinfuentes argumenta, com base em estudos, que o rodízio incentiva a compra de mais automóveis pelas pessoas, visando burlar as regras do rodízio com placas diferentes. Na América Latina, em função dos custos menos acessíveis para veículos novos, os carros antigos, mais poluentes, tenderiam a ter uma vida útil maior, constituindo assim em um agravante para a poluição atmosférica.
Embora a CET e a prefeitura discordem das críticas ao rodízio, um levantamento de 2007, mostrou em números o agravamento dos índices de avaliação, com um crescimento contínuo tanto da frota de automóveis na cidade quanto na extensão dos congestionamentos diários no trânsito.
Outra crítica é sobre a real solução trazida pelo rodízio. Seus defensores alegam que ele estimula o uso da carona solidária o que levaria a uma melhor ocupação nos veículos, além de estimular o uso do transporte público. Os críticos afirmam que o modelo do rodízio oferece uma solução limitada e já esgotada para o problema do trânsito, que só seria solucionado se a restrição estivesse efetivamente vinculada à melhoria do transporte público e o estímulo ao uso de meios de transporte não poluentes como foi realizado em outras grandes cidades do mundo.
Fonte: Wikipédia

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