quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A origem da palavra Logística




O termo logística vem do grego logos (λόγος), significando "discurso, razão, rácio, racionalidade, linguagem, frase", mais especificamente da palavra grega logistiki (λογιστική), significando contabilidade e organização financeira. A palavra logística tem a sua origem no verbo francês loger - alojar ou acolher. Foi inicialmente usado para descrever a ciência da movimentação, suprimento e manutenção de forças militares no terreno. Posteriormente foi usado para descrever a gestão do fluxo de materiais numa organização, desde a matéria-prima até aos produtos acabados.

Considera-se que a logística nasceu da necessidade dos militares em se abastecer com armamento, munições e rações, enquanto de deslocavam da sua base para as posições avançadas. Na Grécia antiga, império Romano e império Bizantino, os oficiais militares com o título Logistikas eram responsáveis pelos assuntos financeiros e de distribuição de suprimentos.

O Oxford English Dictionary define logística como: "O ramo da ciência militar responsável por obter, dar manutenção e transportar material, pessoas e equipamentos". Outra definição para logística é: "O tempo relativo ao posicionamento de recursos". Como tal, a logística geralmente se estende ao ramo da engenharia, gerando sistemas humanos ao invés de máquinas.

The origin of the word Logistics

Fonte: Wikipedia

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Tributo logístico pode barrar economia



ESCRITO POR REDAÇÃO WEBTRANSPO

A alta carga de impostos nos transportes tem gerado muita polêmica. De um lado, entidades e empresas do setor lutam para baixar o volume com a afirmação de que a massiva cobrança cria barreiras para o desenvolvimento da economia, por outro, o governo salienta a sua importância para gerar receita para servir a sociedade.

Diante desse impasse, especialistas declaram que apesar da perspectiva de crescimento econômico para a próxima década, o País deverá enfrentar várias barreiras para garantir os resultados no ritmo necessário justamente em razão da carga tributária, que torna os produtos e serviços brasileiros mais caros, desestimulam investimentos e freiam o crescimento interno.

Com dimensões continentais e um agronegócio que cresce a cada dia, o País ainda registra grande disparidade entre as modalidades de transporte em suas regiões e perde por não possuir integração logística entre os estados. De acordo com estudo do ILOS (Instituto de Logística e Supply Chain), o total de custos logísticos no Brasil, em 2008, chegou a R$ 334,07 bilhões (11,6% do PIB).

Eles afirmam que para ajudar a resolver a questão seria necessário reajustar as leis que regem sobre os tributos. "Falta legislação específica e regulação. No âmbito estadual, eu vejo muitos problemas que envolvem a substituição tributária, as diferenças tributárias entre os Estados, os créditos acumulados", declarou Helcio Honda, diretor do Dejur (Departamento Jurídico).

Integrar modais

Além da simplificação dos processos e tributos, a utilização integrada dos modais pode diminuir os custos para as empresas e para o País. Mas, para que isso se torne realidade, é necessário um planejamento e melhorias da infraestrutura de transportes, atualmente intensificada em rodovias.

De acordo com a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), o trajeto de uma mercadoria de Camaçari (BA) para São José dos Campos (SP), por exemplo, resulta, atualmente, no recolhimento do ICMS por três vezes. Com a instituição do “Transporte Multimodal de Cargas”, o imposto poderia ser recolhido apenas uma vez e na origem. Essa simplificação só poderá ser viabilizada com uma revisão tributária.

Peso avulso

Adauto Bentivegna Filho, assessor da Setcesp (Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas de São Paulo) criticou as barreiras e a lista de impostos. Para ele, as taxas devidas ao Ibama (quando a carga impacta o meio ambiente), à Polícia Federal e de inspeção, além de PIS/Pasep, Cofins e outros similares, se transformam em pesos “avulsos” que, somados aos pedágios, elevam os custos das empresas.

Citou os pesos "avulsos" que trafegam junto com os produtos, do pedágio aos impostos em cascata, como as taxas devidas ao Ibama (quando a carga impacta o meio ambiente), à Polícia Federal e de inspeção, além de PIS/Pasep, Cofins e outros similares. "É preciso simplificar essa contabilidade", solicitou.

Logistics Tax can stop the economy

Mão de obra, o problema logístico


ESCRITO POR REDAÇÃO WEBTRANSPO

Importantes segmentos para impulsionar a economia brasileira, o transporte e a logística têm sofrido para encontrar profissionais qualificados. A cada dia, crescem as notícias de carência de mão de obra especializada. Essa realidade é ainda mais perceptível pelo fato de que o Brasil é o terceiro País com a maior dificuldade nessa procura.

Um levantamento realizado pela Manpower, empresa que atua na área de recursos humanos, apontou que 57% dos empresários não conseguem preencher vagas de trabalho pela ausência de pessoas com um nível de qualificação razoável.

Uma outra pesquisa feita pela NTC&Logística com 400 empresas do setor revelou que para 42,7% dos entrevistados a falta de mão de obra qualificada é o maior limitador para a expansão dos negócios.

No segmento de ferrovias, a parte mais carente é a de engenheiros ferroviários. De modo geral, para a ANTF (Agência Nacional de Transportadores Ferroviários), toda a movimentação do setor deverá elevar a oferta de empregos diretos e indiretos. A associação trabalha com a expectativa de elevar o total de 36.567 empregos em 2009 para mais de 44 mil neste ano.

Entretanto, o principal problema da logística atualmente com relação à falta de mão de obra está ligado aos motoristas. De acordo com a Unicam (União Nacional dos Caminhoneiros do Brasil), a defasagem de motoristas atinge mais de 120 mil em todo o Brasil. Atualmente, 58% do transporte de mercadorias utilizam as rodovias e são feitos por caminhão.

Projetos de qualificação

De acordo com a NTC, sem mão de obra e pessoas experientes para desempenhar as funções de motorista as empresas não conseguem atender a demanda do mercado. Frente essa dificuldade e para evitar o colapso, algumas empresas estão criando projetos de qualificação.

A Brasilmaxi anuncia que a cada três meses os 112 motoristas que integram seu quadro de funcionários passam por avaliações de desempenho e participam de cursos de reciclagem, direção econômica, direção defensiva, monitoramento, qualidade, sistema integrado de gestão e segurança nas estradas, além de avaliações médicas regulares.

Em outra frente, a Vale é uma das companhias que apostam na formação de profissionais para atuarem no segmento de transporte e logística. A empresa possui, entre outras iniciativas, um “Programa de Formação Profissional” para contratar profissionais para atuar nas áreas de ferrovia e porto.

Manpower: the logistical problem

segunda-feira, 13 de junho de 2011

As deficiências da Logística de Medicamentos no Brasil



Luiz Fernando Buainain - Presidente da Abafarma - Associação Brasileira do Atacado Farmacêutico

Transportar e distribuir medicamentos exige cuidados extremos para que, ao chegar às mãos do consumidor, o produto esteja com a qualidade inalterada. Controlar a temperatura, umidade e assegurar a integridade das embalagens pode não ser tão complicado em um caminhão, mas há milhares deles nas estradas, o que dificulta o controle e a fiscalização. Os gargalos que as distribuidoras enfrentam, como o alto preço do frete e dos pedágios, risco de roubos de cargas e malha viária mal conservada e insegura, tornam o transporte pelo modal rodoviário ainda mais caro. E todos pagamos o preço.

Partindo desta linha de raciocínio, por que não utilizar outro tipo de transporte para evitar estes problemas? A resposta não é tão simples. Para o transporte de grandes volumes e carga com produtos sensíveis de alto valor agregado, como é o caso dos medicamentos, a logística rodoviária ainda representa o melhor caminho. Os Estados Unidos, um país de grandes dimensões como o Brasil, também utilizam esse tipo de transporte majoritariamente, já que a flexibilidade e o fácil acesso dos caminhões a diversos tipos de lugares também são pontos que favorecem na hora da distribuição.

O Departamento de Transporte dos Estados Unidos avalia a eficiência desse modal por parâmetros como segurança, energia, oferta de transporte e meio ambiente. No Brasil, a questão da segurança é um capítulo à parte, já que os medicamentos estão entre as cargas mais visadas por quadrilhas altamente especializadas. Os preços elevados dos combustíveis, a alta média de idade da frota, muitos gastos com manutenção e o pequeno número de empresas que utilizam ferramentas de tecnologia da informação para ganhar em produtividade são outros fatores que contribuem para aumentar os custos, refletindo na perda de competitividade.

As alternativas ao transporte rodoviário não se apresentam como boas opções. Nosso país sempre foi carente de transporte ferroviário, com ferrovias mal distribuídas, sucateadas e concentradas na região Sudeste. Nas aeronaves, as despesas com combustíveis e manutenção são altas e não há possibilidade de transportar grandes volumes. Mais baratos que rodovias e ferrovias, as hidrovias e o transporte de cabotagem não chegam aos lugares mais distantes e de difícil acesso.

Com uma das maiores malhas viárias do planeta, o modal rodoviário também é o mais utilizado no Brasil para transporte de mercadorias entre os países do Mercosul. Diversos acordos buscaram maior facilidade, com trâmites fronteiriços simplificados e ampliação da segurança para a circulação de veículos e condutores. E mesmo com toda essa importância estratégica, a maioria das estradas brasileiras não oferece boas condições de trafegabilidade. Muitas não são nem asfaltadas.

Enquanto o transporte rodoviário de medicamentos for a melhor forma de abastecer cada cidade nos mais de 8,5 milhões de km² de extensão do território nacional, é preciso desenvolver melhorias contínuas na regulamentação do modal e nas estradas do País. O investimento no setor de transporte, como acontece lá fora, reflete no aumento da eficiência econômica de qualquer país. Assim, o medicamento pode ter um preço mais competitivo e, consequentemente, mais justo para o consumidor.

The deficiencies of Logistics Medicines in Brazil

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Operadores logísticos e a gestão de fretes



A disseminação do negócio de operação logística tem se dado, nos últimos anos, tanto pelas exigências de mercado, que tem definido a área de logística como a última barreira a ser vencida na busca da otimização de suas operações (até que se descubra a próxima barreira, evidentemente), quanto pelo modismo que faz a empresa “A” trilhar o mesmo caminho de sua concorrente “B”, sem avaliar se esta opção foi fruto de condições específicas ou se os resultados alcançados justificam adotar a mesma solução.


Por outro lado, a própria definição de “operador logístico” tem se mostrado flexível o bastante para permitir nomear desta forma empresas cujo modelo de negócio pode enfatizar a terceirização de mão-de-obra em diversos segmentos da cadeia de suprimentos, a operação efetiva do transporte ou somente a gestão do mesmo, a alocação de armazém externo ou a integração de várias destas opções.


Em particular tem nos chamado a atenção, a consistente movimentação dos operadores logísticos na direção de ofertar soluções de transporte, seja como negócio exclusivo, seja como complemento de outras operações. E é a este tema que gostaríamos de dedicar o presente artigo.


Modelos de Negócios


Os operadores logísticos (aceitando-se aqui a definição mais abrangente dos mesmos) têm ofertado diversos modelos diferentes para atenderem à demanda de soluções para o transporte. A seguir relacionamos os modelos mais freqüentemente utilizados.


Assumir a gestão do frete, terceirizando o pessoal desta área do embarcador, é um dos modelos adotados para solucionar dificuldades no transporte. Neste modelo, o operador logístico pode aproveitar o quadro existente, ou parte dele, mesclando-os com sua própria equipe, assumindo ou não os procedimentos de picking e de embarque. A finalidade deste modelo de trabalho para o embarcador é lançar mão de recursos humanos mais bem preparados para estas tarefas, aproveitar a sinergia que o operador pode proporcionar mais facilmente com outras empresas igualmente atendidas por ele (inclusive seu maior poder de negociação) e viabilizar avanços rápidos no padrão de qualidade e no uso de tecnologia da informação, em geral proporcionados pelo operador.

Neste modelo, a contratação do operador pode ser feita por taxa de administração (em geral como percentual do valor do frete contratado), pela alocação dos recursos, pela divisão de parte dos ganhos obtidos com a redução dos valores de frete (e neste caso a maior dificuldade é identificar o que foi efetivamente redução de valor de fretes, distinguindo-a de mudanças provocadas por alterações de mix de produtos, distribuição geográfica ou variações nos volumes embarcados). Não raro estas várias alternativas são utilizadas em conjunto, estabelecendo-se remuneração mínima e uma parcela variável em função dos resultados. Esta parcela variável deve ser definida com muito critério, uma vez que existe uma tendência de resultados declinantes com o passar do tempo (ou seja, reduções maiores nos valores de frete no período inicial, e decréscimos menores daí em diante).


Uma outra preocupação decorrente deste modo de gestão é a possibilidade de vivenciar uma duplicidade de chefia, já que a equipe do operador encontra-se realmente dentro das instalações do embarcador, com um contato muito próximo com toda a estrutura deste. Faz-se por isso necessária a existência de um gerente externo, que mantenha as diretrizes previamente estabelecidas na formação da parceria e apoiando o grupo de trabalho terceirizado no que for necessário, amortecendo o impacto das cobranças diretas que certamente surgirão e conduzindo a solução de eventuais diferenças da melhor forma possível.

Uma alternativa a este modelo é a gestão do frete por uma equipe alocada no centro de armazenagem e distribuição do operador logístico. Neste caso pode-se, por exemplo, trabalhar com a mesma transparência do modelo anterior, ou seja, o embarcador tem acesso pleno às tabelas e condições de frete negociadas com cada transportadora cujo trabalho é gerenciado pelo operador, sendo que a remuneração deste, como prestador do serviço de operação e gestão pode seguir as mesmas alternativas já apresentadas.

Neste caso, aos objetivos da contratação do operador já apresentados soma-se a possibilidade mais tangível de consolidação de cargas, a conjugação de fretes retorno, ficando evidente a necessidade, para obtenção destes ganhos, do foco da operação em segmentos específicos, idênticos em termos de distribuição, eventualmente complementares em termos de percursos ou na relação volume/peso e assim por diante.

Também com a operação de fretes concentrada a partir de um CD do operador, encontramos a possibilidade de contratação deste como transportadora única, ou seja, sob a ótica do embarcador, o operador logístico é a única empresa de transportes contratada, ainda que na realidade uma parte ou a totalidade dos fretes sejam viabilizados através de outros recursos, tais como transportadoras e autônomos. Quando este é o modelo adotado, o operador logístico negociará uma tabela de fretes com o embarcador, e negociará outras tabelas com cada transportadora sub-contratada, de forma que sua lucratividade será proporcional à diferença entre as tabelas utilizadas para cobrança e pagamento do mesmo transporte.

A incidência duplicada de impostos costuma ser o primeiro argumento contrário ao modelo acima, ainda que ganhos fiscais também possam ser obtidos em função da localização do CD. Mas essencialmente, torna-se imprescindível, ainda mais que nos casos anteriores, a obtenção pelo operador logístico de contratos que permitam a otimização dos fretes, de forma que na contratação destes esta otimização traduza-se na redução de preços, aumentando seu resultado.

Para o embarcador, contratar a operação de fretes desta forma significará uma simplificação gerencial importante, em especial se o embarcador puder agregar valor por meio de uma visão estratégica fruto de seu foco, tendo como resultante, por exemplo, a melhor distribuição de embarques ao longo do mês, o maior poder de negociação do processo de entregas e assim por diante.

Finalmente, é importante destacar uma última alternativa, caracterizada pela contratação conjunta dos serviços logísticos, em geral a partir de um percentual do faturamento do embarcador, incluindo-se neste serviço os processos associados à armazenagem e à distribuição, esta última essencialmente associada ao transporte. Com este modelo a simplificação gerencial rende-se ao acompanhamento de um número único, de um fornecedor único, sem que exista preocupação com os gastos de cada processo, percebendo-se os custos logísticos totalizados, sem que exista necessariamente pressão nesta ou naquela direção, ou seja, permitindo-se que uma gestão bem feita dos fretes leve a um resultado positivo mesmo que os serviços de armazenagem não sejam otimizados, e vice-versa.

Em síntese, porem, identifica-se em todos os casos acima as mesmas preocupações por parte do embarcador: reduzir seu esforço operacional e gerencial, somando a isso reduções de custo e ganhos de qualidade nos serviços de transporte. Um mundo digno de Candide, personagem do livro homônimo de Voltaire, cuja inocência deixava-o convencido de viver sempre no melhor dos mundos.

Crítica ao momento atual


Certamente, a tendência de foco em seus próprios negócios seguirá sendo, ainda durante um bom tempo, um estímulo constante na busca dos melhores parceiros para dividir responsabilidades por sua operação, constituindo os operadores logísticos importantes players neste processo.

Porem, percebemos nitidamente que a área de gestão de fretes em grande número de empresas, encontra-se em fase embrionária, quase amadora, quando comparada com outros setores das mesmas unidades de negócio. As dificuldades de lidar com diversas transportadoras e formas de cobrança de frete diferentes, a dificuldade em estabelecer metas de otimização de prazos, parâmetro de medição de qualidade e, mais ainda, a quase impossibilidade de apurar todas estas informações, faz com que as empresas busquem nos operadores logísticos a panacéia de soluções que lhes permitirá atingir o nirvana gerencial do qual falamos há pouco.

Na realidade entretanto, esta facilidade na delegação ao parceiro da responsabilidade por melhorar procedimentos e reduzir custos acaba prejudicada pela sua própria origem. Ou seja, ao desconhecer exatamente seu status atual quanto à gestão de transportes, o embarcador deixa de poder estabelecer metas e critérios a serem exigidos do operador logístico, o qual terá então a liberdade de definir, por si mesmo, onde pretende chegar.

Com isso, vemo-nos reproduzindo fielmente o paradoxo apresentado por Alice, a encantadora personagem do livro de Lewis Carrol, que, estando perdida e sem saber para onde ir, pergunta ao gato se ele sabe qual o caminho, ao que este lhe responde que quando não se sabe para onde se vai, qualquer caminho é igualmente adequado. Ao que completamos: e igualmente não levará ao destino desejado, posto que este é desconhecido.

O resultado é que em muitos casos o embarcador se rejubila com os ganhos obtidos a partir da contratação de operador logístico, sem se dar conta de que estes não representam metade do que poderia ser alcançado a partir de um cenário bem conhecido. Da mesma forma, vemos situações em que parcerias são rompidas em função de resultados aquém do esperado quando na verdade este nível esperado jamais esteva claro para qualquer das partes.

Portanto, em lugar de permanecer cego quanto à gestão dos transportes, definindo um rei que pode não enxergar tão bem, o embarcador deve buscar aumentar a visibilidade de sua estrutura, evidenciando sem receios suas falhas operacionais e gerenciais.

Nossa conclusão é que o processo de terceirização, qualquer que seja o modelo a ser adotado, deve ser precedido de uma avaliação minuciosa do panorama atual da gestão de fretes pelo embarcador, estabelecendo-se quando possível, um mecanismo de refinamentos sucessivos que leve a empresa até o limite viável de otimização com sua equipe interna (que pode e deve contar com o apoio externo) quando então os ganhos propostos pelo operador logístico para cativar seu futuro cliente estarão baseados mais na sua eficiência do que nas deficiências do embarcador.


Logistics operators and freight management
Por Ricardo Gorodovits

terça-feira, 10 de maio de 2011

Petrobras é a marca mais valiosa da América Latina



No mundo empresa ascendeu 12 colocações
Um levantamento, feito pela agência americana de pesquisa de marketing, Millward Brown, apontou que a Petrobras é a marca mais valiosa da América Latina e a 61ª no ranking mundial, neste último, a estatal subiu 12 posições em relação ao estudo anterior.
A petrolífera brasileira teve sua marca expandida em 39%, entre 2010 e este ano, o que representou uma valorização de US$ 13,4 bilhões. A pesquisa é realizada há 13 anos em 30 países.
Fonte: internet


Petrobras is the most valuable brand in Latin America

Ônibus flex


Veículo verde entra em fase de testes para atender aos grandes eventos de 2014 e 2016

O primeiro Volksbus equipado com tecnologia flex, GNV+Diesel, foi apresentado no Rio de Janeiro para equipar o Programa Rio Transporte Sustentável, que prevê um transporte mais verde para a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. O veículo é resultado da parceria entre a MAN Latin America, a Robert Bosch, a Ceg, e, por fim, a Secretaria de Estado de Transportes e a de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços.

O protótipo foi desenvolvido pela MAN, que recebe o sistema de injeção dos combustíveis no motor do veículo da Bosch, permitindo que o ônibus rode com até 90% de GNV. A Ceg será a responsável pelo abastecimento do veículo em sua fase de testes. Além disso, a empresa investirá na construção do sistema de abastecimento capaz de suprir a demanda de veículos com essa tecnologia até as Olimpíadas, em 2016.

Durante o período de testes, a MAN, em conjunto com o Programa de Engenharia de Transportes da COPPE/UFRJ, acompanhará o desempenho do ônibus por meio da medição de sua eficiência energética (Km/Leq), taxa de substituição e viabilidade econômica do projeto.

O modelo é equipado com motor traseiro de seis cilindros e 17 toneladas de peso bruto total. Trata-se do primeiro motor MAN Euro V no Brasil. O sistema de gerenciamento eletrônico, da Bosch, permite controlar simultaneamente os sistemas de injeção dos dois combustíveis.

"O protótipo da Volkswagen apresenta uma alternativa real para o diesel, reduz a utilização do combustível e a emissão de poluentes na atmosfera. Além disso, sendo movido à GNV e diesel, o ônibus não fica restrito a um único combustível, permitindo ao frotista revender o veículo em locais sem abastecimento de gás", diz Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America.

Segundo a fabricante de chassis para ônibus, o motor GNV+Diesel apresenta desempenho similar ao motor que funciona somente com diesel: 1 litro de diesel pode ser substituído por 0,9 metros cúbicos de GNV. O sistema emite 80% menos material particulado e 20% menos CO2.

"Assim como ocorre com os carros flex, com o GNV+Diesel a escolha do combustível a ser utilizado é feita pelo usuário a qualquer momento, considerando fatores como disponibilidade ou vantagem no preço", ressalta Besaliel Botelho, vice-presidente executivo da Robert Bosch América Latina.

Fonte: Redação Transpo online


Bi-fuel buses